1 ABR: Conversas sobre Cannabis

26 03 2019

No dia 1 de abril (2ª feira), vai haver “Conversas sobre Cannaábis”, às 18h, na Galeria Santa Clara (Coimbra). O evento, que contará com a presença de Bruno Maia (Médico), Laura Santos (Cannativa) e Luís Hortas (Novo Olhar), será moderado por João Bizarro (Jornalista). Contamos contigo. Traz amigos/as…
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Portugal não pode perder mais tempo…
Segundo o último inquérito nacional: 1 em cada 10 portugueses já consumiu cannábis, pelo menos 1 vez na vida, mas há tendência para o aumento, entre pessoas de 25 a 44 anos; quase meio milhão de portugueses consome cannábis; jovens começam a consumir com idade média de 17 anos, mas demonstram uma diminuição do consumo.
A política proibicionista não é uma solução…
A legalização da cannábis para uso recreativo está em debate. Defende-se a venda deste produto a maiores de 18 anos e que não padeçam de doença psíquica. Propõe-se a proibição de publicidade a produtos à base de cannábis e a estabelecimentos de venda. Defendem-se embalagens neutras e informativas, que alertem para eventuais danos para a saúde.
Propõe-se a legalização da cannábis para consumo pessoal não-medicinal. A lei deverá regular a produção, o cultivo, a comercialização, a aquisição, a detenção e o consumo da planta ou seu derivados.
Legalizar a compra e venda pode ser uma fonte de receita fiscal….

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Memórias: Spike Lee

19 03 2019

No dia 20 de março de 1957, nasceu Spike Lee. É um realizador, escritor, produtor e ator norte-americano. Também ensina Cinema na Universidade de Nova Iorque. É uma das figuras mais controversas da cultura afro-americana. Por António José André.
Spike Lee nasceu no dia 20 de março de 1957, em Atlanta (sul dos EUA), com o nome de Shelton Jackson Lee. Filho de Bill Lee (baixista de Jazz) e de Jaqueline (professora de arte), que o apelidou de Spike.
Spike mudou-se com a família, quando tinha 3 anos, para Brooklyn (Nova Iorque). Estudou no St.Ann’s College. Depois, frequentou o Morehouse College de Atlanta (escola para a comunidade afro-americana), onde se diplomou em Comunicação Social (1978).
Frequentou a Escola de Arte da Universidade de Nova Iorque, onde realizou uma série de curtas metragens, que foram usadas na sua tese (1983). Posteriormente, a série foi apresentada e premiada no Festival de Locarno.
A sua primeira longa metragem “Lola Darling” (1986), foi escrita e interpretada por ele próprio e laureada, em Cannes. Esse filme constitui um dos maiores registos do cinema afro-americano.
Spike é um dos poucos realizadores que consegue equilibrar os seus interesses políticos com os da indústria de Hollywood. Todas as suas produções têm éxito, quer pela controvérsia que geram, quer pelo conteúdo.
A sua produtora, “40 Acres & Mule Filmworks”, divide as produções dos seus filmes com anúncios para televisão e videoclips para Tracy Chapman, Miles Davis, Chaka Khan, Anita Baker, Public Enemy e Michael Jackson.
Combinando a arte com o negócio, Spike Lee encarregou-se de campanhas de publicidade para a Levi´s e para a Nike, filmando Michael Jordan para uma linha de roupa e sapatilhas ‘Air Jordan’.
Spike Lee é um dos realizadores de cinema mais apreciados e uma das figuras mais controversas da cultura afro-americana. Entre os seus filmes, destacam-se “MalcolmX” (1992), “Faça a Coisa Certa” (1989) e “BlaKkKlansman: O Infiltrado” (2018).
Veja aqui a sua filmografia:
http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-9680/filmografia/





Charles Bukowski morreu há 25 anos

12 03 2019

Charles Bukowski (Photo byJARNOUX Patrick/Paris Match via Getty Images)

No dia 9 de março, morreu Charles Bukowski. Foi um poeta, cronista e romancista norte-americano, que não se pareceu com nenhum autor da sua geração. A sua obra fascinou muita gente. Por António José André.
Charles Bukowski nasceu a 16 de agosto de 1920, em Andernach (Alemanha). Em 1922, os seus pais mudaram-se para Los Angeles. Era filho único. Teve uma infância e adolescência horrendas. O pai era violento. A mãe era calada e não ajudou a controlar a tirania paternal.
Na passagem para a adolescência, dois factos marcaram a sua vida. Por um lado, teve um acne extremo. Por outro, o pai começou a bater-lhe sistematicamente com um cinturão de couro.
Bukowski vivia num bairro operário e de classe média baixa. Durante a infância, devido à depressão económica, a maioria das pessoas não tinha trabalho.
O seu pai, também desempregado, todas as manhãs levantava-se e desaparecia, fingindo que ia trabalhar, durante o día. A mãe teve que compensar, ganhando dinheiro em empregos ocasionais.
O ambiente do seu bairro era violento e hostil, tanto entre adultos como entre crianças. Bukowski, pela sua predisposição para a solidão e pela horrível condição da sua pele, foi condenado ao ostracismo.
No fim da adolescência, Bukowski teve o seu batismo no alcool e na escrita: os eixos principais da sua vida. Quanto à primeira vez que provou vinho, escreveu: “Era mágico. Por que nunca me tinham dito? Com isto, a vida é maravilhosa.”
Descobriu o seu talento de escritor, quando a professora do quinto ano pediu aos alunos que fossem, durante um fim de semana, assistir a uma sessão pública do presidente Herbert Hoover (de visita a Los Angeles).
Bukowski não se animou com a ideia de pedir ao pai para o levar e inventou uma crónica. A professora deu conta do facto e falou do caso à turma, elogiando a sua imaginação.
Aos 14 anos, fez um tratamento ao acne. Os médicos tiveram que abrir os seus furúnculos cheios de pus, que tapavam a cara, o peito e as costas. Esse episódio foi literalmente uma tortura para Bukowski.
Durante um longo repouso em casa, começou a escrever, inventando contos sobre um aviador alemão da Primeira Guerra Mundial. Esses cadernos juvenis não existem, porque o pai os atirou-os para o lixo.
Durante a sua juventude, Bukowski descobriu a literatura, na Biblioteca pública. Foi uma descoberta parecida com a do álcool: produziu-lhe um grande alívio existencial.
Bukowski esteve na Universidade pública de Los Angeles, durante dois anos. Ali começou a beber a sério e a escrever. Em 1939, abandonou a Universidade e mudou-se para Nova Iorque.
Em 1944, Bukowski foi preso pelo FBI porque não se tinha inscrito no serviço militar obrigatório. No entanto, ficou isento de ir para a guerra, porque ficou reprovado no exame psicológico do exército.
Nessa época, Bukowski viajou muito e procurou trabalhos não especializados (em fábricas, restaurantes…) com o objetivo de ter tempo livre para escrever.
Bukowski escrevia contos e enviava-os para as grandes revistas literárias e culturais: “The Atlantic”, “Harpers” e “The New Yorker”. Tudo isso foi sempre refutado, mas nunca desanimou.
Quando tinha 24 anos, um conto seu foi aceite por uma pequena e prestigiada revista “Story Magazine”. Um importante agente literário de Nova Iorque escreveu a Bukowski a dizer que o queria representar.
Bukowski respondeu que ainda não estava preparado. Em vez de começar uma carreira literária, agarrou-se a uma borracheira durante 10 anos. Nesses anos, acumulou experiências e vivências que se converteram na sua obra.
Bukowski escreveu mais de 50 livros, incluindo 5 novelas autobiográficas. Os seus versos sobre ócio, alcoolismo, sexo embriagado, corridas de cavalos e violência doméstica são inimitáveis.
Charles Bukowski não se pareceu com nenhum autor da sua geração. A sua obra fascinou muita gente. Viveu até aos 73 anos. Faleceu há 25 anos: a 9 de março de 1994.

 

 





Memórias: 8 de MARÇO

6 03 2019

Desde 1911, o dia 8 de MARÇO é o Dia Internacional da Mulher. Muitas comemorações e manifestações se sucederam até hoje. Para o dia 8 de MARÇO deste ano, estão convocadas manifestações, exigindo mudanças na justiça e proteção das vítimas de violência de género. Este é um dia de solidariedade, dia de alegria e também de luta… Por António José André.
1857 – Em Nova Iorque, operárias têxteis fazem greve e descem à rua para exigir a redução do tempo de trabalho, de 16 para 10 horas por dia, e salários iguais ao dos homens.
1909 – Em Nova Iorque, manifestação com milhares de mulheres exigindo melhores condições de vida e direito de voto.
1910 – Em Copenhaga, durante o Congresso Internacional das Mulheres Socialistas, Clara Zetkin propõe que 8 de Março se torne o Dia Internacional da Mulher.
1911 – O Congresso da II Internacional Socialista aprova a proposta de Clara Zetkin.
1911 – Mais de um milhão de mulheres celebram este dia, na Alemanha, Áustria, Dinamarca e França.
1914 – Em França e na Alemanha há manifestações contra a guerra e pela libertação de Rosa Luxemburgo.
1915 – Alexandra Kolontai organiza uma manifestação contra a guerra, em Berna. Mulheres russas, italianas, francesas, polacas, alemãs, holandesas e inglesas apelam contra a guerra.
1917 – Em Petogrado, as mulheres descem à rua para reclamar pão e o fim da guerra. Convidam o povo a unir-se a elas. A cidade subleva-se: é o principio da revolução de Fevereiro.
1925 – Em Paris, manifestação de mulheres contra a guerra colonial, em Marrocos.
1937 – Em Espanha, manifestação de mulheres contra o franquismo.
1943 – Em Itália, manifestação de mulheres contra o fascismo.
1945 – A União das Mulheres Francesas organiza uma primeira manifestação de mulheres.
1970 – No Uruguai, 13 guerrilheiras Tupamaras evadem-se da prisão de Montevideo.
1971 – Em Portugal, as mulheres comemoram com um piquenique, sendo atacadas pela G.N.R.
1974 – No Vietname, manifestação de mulheres contra a ocupação americana.
1975 – Em Portugal, as mulheres comemoram livremente o Dia Internacional da Mulher, pela primeira vez.
1977 – Em Espanha, as mulheres comemoram em liberdade este dia. Desde 1937, que o franquismo não o deixava fazer.
1980 – Em Itália, as mulheres organizam festas e manifestações. A revista “Noi Donni” dedica um número ao tema: “Anos 70 e a luta das mulheres”.
1982 – Em França, as mulheres francesas menifestam-se para que 8 de Março seja feriado nacional.
Muitas comemorações e manifestações se sucederam até hoje. Para o dia 8 de MARÇO deste ano, estão convocadas manifestações, exigindo mudanças na justiça e proteção das vítimas de violência de género, em Albufeira, Amarante, Aveiro, Braga, Coimbra, Covilhã, Fundão, Lisboa, Ponta Delgada, Porto, Viseu e Vila Real.





Memórias: Alexandre de Fisterra

13 02 2019

No dia 9 de fevereiro de 2007, morreu Alexandre de Fisterra. Foi um dos inventores do futebol de mesa ou jogo de matraquilhos. Também foi um poeta, editor e exilado, entre muitas outras coisas. Por António José André.
Alexandre de Fisterra nasceu, no dia 6 de maio de 1919, em Fisterra (Corunha). Ali viveu até aos 5 anos, mudando-se depois para a cidade da Corunha. Em 1934, foi tirar um bacharelato em Madrid.
Entretanto, a sapataria do pai faliu. Alexandre tinha 9 irmãos e o pai deixou de poder pagar-lhe o colégio privado onde estudava. O diretor pô-lo a corrigir deveres dos alunos, pagando assim a sua matrícula.
Alexandre de Fisterra trabalhou na construção civil e numa tipografia. Conheceu León Felipe e com Rafael Sánchez Ortega editaram o jornal “Paso a la juventud”, que foi vendido nas ruas.
Em Novembro de 1936, Alexandre ficou soterrado num dos bombardeamentos de Madrid durante a Guerra Civil Espanhola. Foi para Valência, mas os seus ferimentos eram graves e levaram-no para um hospital de Montserrat.  Nesse hospital, conheceu muitos jovens, feridos como ele, incapazes de jogar futebol, e assim pensou num jogo de futebol, inspirando-se no jogo de ténis de mesa.
Alexandre confiou a um amigo, Francisco Xavier Altuna, carpinteiro basco, o fabrico do seu primeiro jogo de matraquilhos. Não o pôde comercializar, pois todas as fábricas de jogos estavam a fabricar armas para a guerra.
Em janeiro de 1937, Alexandre patenteou a sua invenção, em Barcelona. Devido ao triunfo franquista, teve de se exilar. Atravessou a pé os Pirenéus e por causa da chuva, que caiu durante 10 dias, perdeu a patente que levava.
Estando em París, no ano de 1948, Alexandre conseguiu uns vistos que lhe permitiram viajar para Quito (Equador), onde fundou a revista “Ecuador”. Em 1950, teve que fugir para o México, por causa do golpe de Estado.
Em 1952, Alexandre foi para a Guatemala, onde aperfeiçoou o jogo incorporando barras de aço e melhorando a qualidade do material. Depois, começou a fabricá-lo e tentou comercializá-lo..
Na década de 1960, Alexandre foi enviado de avião para o Panamá. Durante o voo, ameaçou o piloto, dizendo-lhe que tinha explosivos. Esse deve ter sido um dos primeiros desvios de avião.
Alexandre surpreendeu-se ao ver que os jogo de matraquilhos se estendera amplamente, em Espanha, já que grande parte da sua divulgação se deveu a fabricantes valencianos, que o assumiram como um jogo nacional.
Mais tarde, Alexandre foi para o México onde encontrou amigos poetas e escritores. Assim, dedicou-se às artes gráficas. Fundou e presidiu ao “Editorial Finisterre Impresora”. Editou a revista do centro galego do México..
Após a morte do ditador Franco, Alexandre Fisterra voltou para Espanha, onde continuou a escrever. Faleceu em Zamora, com 87 anos. As suas cinzas foram lançadas no rio Douro e no Atlântico.





Memórias: Halldór Laxness

5 02 2019

No dia 8 de fevereiro de 1998, morreu Halldór Laxness. Foi um escritor islandês. Tendo sido controverso pelas suas posturas radicais, foi uma figura dominante na literatura islandesa, ao longo do século XX. Por António José André.
Laxness nasceu, no dia 23 de abril de 1902, como Halldór Kiljan GudJonsson, mas adotou como apelido o nome de um bairro da periferia de Reiquiavique, cidade onde nasceu.
Aos 14 anos, Laxness escreveu o seu primeiro artigo para o jornal “Morgunblaðið”. Aos 19 anos, publicou o primeiro conto no mesmo jornal. Durante a sua juventude, Laxness viajou bastante e residiu fora da Islândia.
Nos vários países da Europa continental onde viveu, sentiu-se influenciado pelo surrealismo e pelo expressionismo alemão. A sua posterior estadia nos Estados Unidos, fê-lo deixar a fé católica, tornando-se ateu.
O socialismo foi o prisma através do qual Laxness observou o mundo durante os anos trinta e quarenta, tendo sido defensor da União Soviética, até à invasão da Hungria, em 1956.
Laxness foi duramente atacado pela sociedade conservadora. Mas os jovens islandeses viam nele alguém capaz de dar novos valores à sociedade. Tendo sido controverso pelas suas posturas radicais.
Laxness foi uma figura dominante na literatura islandesa, ao longo do século XX.
Durante a sua vida, Halldór Laxness escreveu 51 romances, poesia, artigos de jornal, livros de viagens, peças de teatro, contos e outras obras. Em 1955, ganhou o Prémio Nobel da Literatura. Em Portugal, foram editados pela Cavalo de Ferro: “Os peixes também sabem cantar”, “Gente Independente” e “O Sino da Islândia”.
Laxness foi uma figura dominante na literatura islandesa, ao longo do século XX. Faleceu a 8 de fevereiro de 1998, com 95 anos.





Memórias: Rosa Luxemburgo

11 01 2019

No dia 15 de janeiro de 1919, norreu Rosa Luxemburgo. Foi uma filósofa e economista polaco-alemã, conhecida pela militância revolucionária no Partido Social-Democrata Alemão (SPD) e pela criação do Partido Comunista Alemão (KPD). Por António José André.
Rosa Luxemburgo nasceu, a 5 de março de 1871. Era a mais nova de cinco filhos de uma família judaica polaca de classe média. Desde muito jovem, começou a interessar-se por política.
Em 1889, Rosa Luxemburgo deixou a Polónia e foi para Zurique (Suíça), onde estudou Ciências Naturais e Economia Política. Em 1898, casou-se com um trabalhador alemão, Gustavo Lubeck, e adquiriu a cidadania alemã.
Depois, foi viver para Berlim e filiou-se no SPD: na ocasião a mais importante organização do socialismo internacional. Ainda antes da Primeira Guerra Mundial, Rosa Luxemburgo teve posições ideológicas firmes.
Rosa Luxemburgo defendia uma greve geral que poderia radicalizar a ação dos trabalhadores e dar lugar a uma revolução socialista internacional. Ela e companheiros da esquerda do SPD opunham-se à participação da Alemanha na Primeira Guerra Mundial. vendo-a como um conflito imperialista que não beneficiaria os trabalhadores.
Em dezembro de 1914, Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht fundaram a Liga Espartaquista, em homenagem a Spartacus (escravo que, em 73 A.C., liderou escravos fugidos da escola de gladiadores, em Capua, que lutaram contra a classe dirigente romana, durante 2 anos, com 90 mil homens).
Em 1915, Rosa Luxemburgo publicou o livro, “A Crise na Social-Democracia Alemã”, no qual acusava a social-democracia de ter traído a classe operária alemã ao defender um esforço de guerra de cunho capitalista e imperialista.
“A única solução para a crise”, afirmava Rosa Luxemburgo, “devia ser uma revolução internacional de classe”. Em maio de 1916, após uma manifestação espartaquista contra a Guerra, Rosa Luxemburgo foi detida.
Em novembro de 1918, Rosa Luxemburgo foi libertada. Nessa altura, começou a transformação da Liga em Partido Comunista Alemão (KPD). Em janeiro de 1919, os espartaquistas reuniram-se, em Berlim, para desencadear uma revolta contra o governo de Von Baden e Friedrich Ebert.
Rosa Luxemburgo juntou-se a eles relutantemente, defendendo que a insurreição deveria ter um amplo apoio popular. Mas não os conseguiu impedir. A 10 de janeiro, os espartaquistas lançaram um ataque.
Ebert ordenou que o exército subjugasse a revolta. Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht foram capturados e assassinados. O corpo de Rosa Luxemburgo foi atirado para um canal, em Berlim, sendo recuperado 5 meses mais tarde.
No dia 15 de janeiro de 1919, norreu Rosa Luxemburgo. Foi uma filósofa, economista e militante marxista cuja morte a tornou mártir da revolução socialista internacional.
Clara Zetkin, sua companheira espartaquista, escreveu: “Em Rosa Luxemburgo, o ideal socialista era uma paixão dominante e poderosa tanto da mente como do coração. Era a espada e a chama da revolução”.
Veja as seguintes obras em:
https://www.marxists.org/portugues/luxemburgo/index.htm
1894 – “Quais são as origens do Dia dos Trabalhadores?”
1898 – “Oportunismo e a Arte do Possível”
1899 – “Liberdade de Crítica”
1900 – “Reforma ou Revolução”
1902 – “A Jornada de Oito Horas no Congresso do Partido”
1903 – “A Teoria Marxista e o Proletariado”
1903 – “Estagnação e Progresso do Marxismo”
1905 – “A Revolução na Rússia”
1905 – “O Socialismo e as Igrejas”
1908 – “25° Aniversário da Morte de Marx”
1909 – ” A Questão Nacional e a Autonomia”
1911 – “Um Equívoco Engraçado”
1914 – “A Proletária”
1915 – “A Crise da Social-Democracia”
1918 – “Assembleia Nacional ou Governo dos Conselhos?”
1918 – “A Socialização da Sociedade”
1919 – “A Ordem Reina em Berlim”